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quinta-feira, 10 de setembro de 2009

Política de Habitação Social

Há 400 famílias à espera de casa nova no Concelho de Aveiro

É uma boa notícia para as 40 famílias aveirenses que receberam as chaves das suas novas casas nestes 4 anos. Contudo, e as 360 famílias que faltam? O que fazer para aplicar mais celeridade, que em tempo de crise é fundamental, a resolver o problema da habitação em Aveiro?
Interessa pois discutir um modelo de actuação para a habitação social, tendo em conta que a implementação de bairros sociais é para nós uma abordagem sem eficácia, desfazada no tempo e que pode aumentar os problemas, em vez de os resolver.
Uma nova política de desenvolvimento social implica um programa de diversidade social envolvendo todos os estratos socio-económicos da população, bem como diversas áreas do Concelho. É necessário também trabalhar em conjunto com os cidadãos com habitação municipal: dar às instituições e agentes locais maior preponderância para descortinar formas mais eficazes de resolvendo o problema da habitação, resolver também os restantes problemas sociais que possam estar associados.

quarta-feira, 15 de julho de 2009

Conversas sobre o Futuro - Hoje às 17h "Políticas direccionadas à população Sénior"



Visita a instituições de apoio a cidadãos com deficiência e conclusões das Conversas sobre o Futuro sobre o mesmo tema

A candidatura socialista à Câmara Municipal de Aveiro, liderada por José Costa, visitou, esta segunda-feira, à CERCIAV e à APPACDM, duas instituições vocacionadas para os cidadãos com necessidades especiais.

A jornada terminou com um debate, no espaço AdoroAveiro, sobre políticas de apoio ao cidadão deficiente, que procurou dar respostas a duas perguntas: Estão aquelas instituições, está a cidade, estamos todo nós (sociedade) a dar as respostas de qualidade que a condição destes cidadãos merecem, às quais têm direito?

Em que é que a Câmara Municipal e as instituições podem contribuir para melhorar tal condição?

Da eliminação das barreiras arquitectónicas ao fim do estacionamento em cima dos passeios, com vista a incrementar a mobilidade física, passando pelo incremento do acesso às novas tecnologias da comunicação ou promoção de actividade culturais pensadas e concebidas para pessoas com deficiência, sem esquecer a promoção da autonomia económica, visando a inclusão social plena destes concidadãos. O diagnóstico tem vindo, de há muito, a ser feito. Pode ainda não estar completo. Mas, uma certeza existe: a de que muito está, ainda, por fazer!

Urge, por isso, definir políticas, estabelecer estratégias e encontrar respostas para os problemas em concreto. Como é que uma câmara pode ajudar/ apoiar, sabendo-se que os recursos não são inesgotáveis?

Uma das sugestões foi a criação de um gabinete especializado, na Câmara, que funcionasse como facilitador, como catalisador das iniciativas de emprego e  estágios, como promotor do mercado de trabalho para as pessoas com deficiência.

A criação da figura do provedor municipal da pessoa com deficiência foi outra das propostas.

Outra possibilidade referida foi a instituição de um Conselho Municipal da Pessoa com Deficiência.

Sugestões e propostas, por natureza insuficientes e parcelares, mas que apontam para a necessidade de fazer de Aveiro, cidade e concelho, uma comunidade acessível a todos, uma sociedade inclusiva.