Agradeço a todos a vossa presença e o apoio que têm dado a esta candidatura.
Sem o vosso trabalho, sem as vossas palavras de incentivo, as vossas observações sempre pertinentes, não seria possível, mais uma vez, pôr pés a este caminho difícil, sinuoso, numa viagem cheia de avanços e recuos.
Esta equipa está aqui, uma vez mais, ciente das dificuldades mas prenhe de vontade de fazer mais e melhor.
Não trazemos varinha de condão, planos infalíveis, soluções para tudo, mas prometemos, como dizemos no nosso slogan, CONTINUAR A TRABALHAR POR ESGUEIRA.
Trabalhar na resolução dos problemas da freguesia com os esgueirenses. Trabalhar na defesa da identidade da freguesia e respeitando a diversidade de todos os seus lugares.
Trabalhar reivindicando a resolução dos problemas estruturais às entidades competentes.
Trabalhar com as associações desta freguesia verdadeiros motores do desenvolvimento e da promoção da qualidade de vida da população.
Trabalhar, procurando criar condições para a melhoria da qualidade de vida dos habitantes de Esgueira.
Trabalhar contribuindo para tirar Aveiro do marasmo que caiu nos últimos quatro anos.
Vamos manter o nosso espírito empenhado, a nossa persistência e fá-lo-emos, como sempre, de uma forma transparente.
Vamos manter o nosso espírito de equipa num processo de estudo e decisão partilhada.
Vamos ouvir as opiniões e também explicar as decisões.
Pensamos que os textos que já divulgámos com as razões da nossa candidatura e com o nosso programa de acção contêm a informação necessária para uma tomada de decisão por parte dos habitantes de Esgueira no próximo dia 11. A esta informação soma-se o conhecimento do percurso efectuado nos últimos quatro anos.
A nossa candidatura não surge contra ninguém, quer afirmar-se de uma forma positiva pelo que fez e pelo que se propõe fazer, mas não pode deixar de notar a fragilidade de alguém, que não sendo de Esgueira, não vivendo em Esgueira nem conhecendo Esgueira se propõe sentir Esgueira. Esta é a maior freguesia do concelho de Aveiro, nestas condições, serão certamente precisos mais de quatro anos para sentir verdadeiramente Esgueira.
No dia 11 a escolha será entre o saber de experiência feito e o querer fazer experiências.
No dia 11 a escolha será entre uma equipa coesa e treinada e um conjunto de pessoas.
No dia 11 a escolha será entre um programa concreto e credível e uma declaração de intenções vaga e imprecisa.
Mas no dia 11 escolheremos também aqueles que queremos ver à frente do nosso concelho. Quer no executivo camarário, quer na Assembleia Municipal. O PS orgulha-se de apresentar um homem experiente na gestão, com qualidades pessoais exemplares, capaz de enfrentar os problemas e de se empenhar na sua resolução. Um homem capaz de inverter o ciclo de estagnação em que a nossa cidade vive, capaz de romper com a politica da palmadinha nas costas e de promessas vãs.
Meus amigos estamos a pouco mais de uma semana do dia das eleições. Se acreditamos nas pessoas e nas propostas que estas candidaturas apresentam empenhemo-nos na sua divulgação, argumentemos junto dos que nos são próximos. Só com uma acção persistente conseguiremos atingir os nossos objectivos.
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segunda-feira, 5 de outubro de 2009
terça-feira, 29 de setembro de 2009
Mataduços queixa-se de falta de transportes públicos e tratamento discriminatório
Falta de transportes públicos e de redes pluviais, ruas mal sinalizadas e degradadas, valetas mal feitas e perigosas e uma escola prometida que nunca mais sai do papel. As queixas são de moradores de Mataduços e foram expostas, sem papas na língua, perante Romana Fragateiro, candidata do PS à Assembleia de Freguesia de Esgueira, e José Costa, candidato socialista à Câmara de Aveiro, há dias, durante uma acção de campanha na associação cultural e cultural ACREMA.
Pelo meio, também se ouviram denuncias de tratamento discriminatório (de pessoas, lugares e freguesias) por parte da Câmara actual, de maioria PSD/CDS-PP, e de mau funcionamento de alguns serviços do Município.
Na resposta, a candidata socialista e actual presidente da Junta, Romana Fragateiro, disse conhecer bem essas situações que se arrastam sem resolução. E, relativamente ao parque escolar, área onde Aveiro estagnou por completo nos últimos quatro anos, a candidata disse ter fé na promessa de José Costa de fazer da Educação uma prioridade, quando for presidente da Câmara.
Uma afirmação que foi pretexto para o candidato socialista e reafirmar que, de facto, “a Educação será onde o investimento terá de ser maior”.
José Costa, lembrou, no entanto “a situação difícil” da Câmara, que o actual executivo, liderado por Élio Maia, em vez de resolver, piorou.
Aos três compromissos mais badalados da candidatura - saber ouvir ( propostas e sugestões dos cidadãos), saber decidir (com transparência e sustentabilidade) e saber fazer (com competência e rigor), José Costa acrescentou, em Mataduços, um ponto de honra: prestar contas (com verdade).
“Haverá sempre alguém, para recolher ideias e sugestões, que, depois, virá prestar contas”, garantiu o candidato à Câmara.
José Costa reforçou o seu empenho na construção de “uma Câmara diferente do que estamos habituados, assente em valores, nas pessoas, no rigor, na transparência e na prestação de contas a todos os munícipes”.
José Costa chamou a atenção para a necessidade de definir prioridades, atendendo à situação económico-financeira da Câmara, e de começar pelo mais urgente, sublinhando, no entanto, que muitas obras não exigem grandes quantidades de dinheiro, mas apenas capacidade de liderança, boa vontade, criatividade e bom senso”.
Pelo meio, também se ouviram denuncias de tratamento discriminatório (de pessoas, lugares e freguesias) por parte da Câmara actual, de maioria PSD/CDS-PP, e de mau funcionamento de alguns serviços do Município.
Na resposta, a candidata socialista e actual presidente da Junta, Romana Fragateiro, disse conhecer bem essas situações que se arrastam sem resolução. E, relativamente ao parque escolar, área onde Aveiro estagnou por completo nos últimos quatro anos, a candidata disse ter fé na promessa de José Costa de fazer da Educação uma prioridade, quando for presidente da Câmara.
Uma afirmação que foi pretexto para o candidato socialista e reafirmar que, de facto, “a Educação será onde o investimento terá de ser maior”.
José Costa, lembrou, no entanto “a situação difícil” da Câmara, que o actual executivo, liderado por Élio Maia, em vez de resolver, piorou.
Aos três compromissos mais badalados da candidatura - saber ouvir ( propostas e sugestões dos cidadãos), saber decidir (com transparência e sustentabilidade) e saber fazer (com competência e rigor), José Costa acrescentou, em Mataduços, um ponto de honra: prestar contas (com verdade).
“Haverá sempre alguém, para recolher ideias e sugestões, que, depois, virá prestar contas”, garantiu o candidato à Câmara.
José Costa reforçou o seu empenho na construção de “uma Câmara diferente do que estamos habituados, assente em valores, nas pessoas, no rigor, na transparência e na prestação de contas a todos os munícipes”.
José Costa chamou a atenção para a necessidade de definir prioridades, atendendo à situação económico-financeira da Câmara, e de começar pelo mais urgente, sublinhando, no entanto, que muitas obras não exigem grandes quantidades de dinheiro, mas apenas capacidade de liderança, boa vontade, criatividade e bom senso”.
sexta-feira, 11 de setembro de 2009
Taboeira: Falta de apoios e subsídios atrasados
Na Associação Desportiva de Taboeira ouviram queixas à falta de apoios por parte da Câmara. O presidente da colectividade diz que já não faz contas ao subsídio acordado com a Câmara.
Na Bela Vista, a associação local chamou para a degradação geral do bairro, alias bem visível. Além disso, há bocas-de-incêndio antigas e que não funcionam e caixas de electricidade tombadas, com fios de fora. Um perigo!
Na Bela Vista, a associação local chamou para a degradação geral do bairro, alias bem visível. Além disso, há bocas-de-incêndio antigas e que não funcionam e caixas de electricidade tombadas, com fios de fora. Um perigo!
Por último, o Grupo Folclórico de Esgueira. Os elementos do grupo queixam-se que têm de pagar os trajes do seu próprio bolso e das condições em que ensaiam, num espaço partilhado que, ainda assim, foi conseguido graças à intervenção da Junta de Freguesia, presidida por Romana Fragateiro. Os responsáveis entendem que o grupo devia ter um espaço próprio e que, uma vez que se consideram embaixadores da cultura aveirense, deviam ter apoios da Câmara, à semelhança de ranchos de outros sítios que são apoiados pelas respectivas autarquias.
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